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CONTAÇÕES DE HISTÓRIAS

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CONTATOS

"Esta lição é tão preciosa que, sem dúvida, vale um pedaço de queijo!"

( O corvo e a raposa - Jean de la Fontaine )

 

CURSOS e WORKSHOPS

ERA UMA VEZ... UMA HISTÓRIA DE MUITAS HISTÓRIAS

 

 

Quando contamos histórias, exercitamos a leitura de mundo, interpretamos, deciframos produzimos sentido, ressignificamos o mundo para melhor entendê-lo e melhor interagir com ele. O projeto visa construir um espaço para a discussão e reflexão do ofício de se contar histórias através de três módulos:

 

ERA NÃO SÓ UMA VEZ, MAS DUAS OU TRÊS focado nas questões básicas de um contador de histórias, desde o porque contar histórias, repertório, memorização das histórias até a desinibição ao se falar em público, tudo absorvido através de jogos e brincadeiras que tornam o processo natural ao contador.

 

QUEM CONTA COM O CORPO AUMENTA UM PONTO focado na figura do contador de histórias e estudos corporais, detalhando cada ponto físico necessário para se construir um corpo e voz essenciais para se contar histórias.

 

NO TEMPO EM QUE OS OBJETOS FALAVAM focado na utilização de recursos “externos” narrativos, como bonecos, marionetes, teatro de sombras, títeres, tecidos, sonoplastia entre outros.

MUDA

 

Como uma muda de planta, o projeto pretende trabalhar com essas crianças cultivando-as, fomentando seus saberes, iluminando sua imaginação e fortalecendo suas raízes com vivencias. Não é um projeto voltado apenas para o desenvolvimento dessas crianças contadoras, mas também para uma mudança comportamental do meio onde vivem, integrando o contador, a biblioteca, a escola e a sociedade, trabalhando histórias de valorização e resgatando a tradição oral como objeto educacional e social. Acabamos entendendo que nos modificamos através das histórias e que essa arte não pode ficar limitada  a uma sala de ensaio, deve ser compartilhada com o maior número de pessoas possível.

NO MEU TEMPO... ERA, É E SERÁ

 

As narrativas não nasceram dos livros, elas surgem da voz daqueles que carregavam consigo experiências, ensinamentos, que os tornavam dignos de respeito e admiração. Eles eram os anciões, as pessoas mais velhas das tribos, do povoado, detentores de um tesouro imaterial, histórias permeadas de sabedoria, que eram generosamente compartilhadas, estimulando o convívio social, os laços afetivos, através da cultura oral.

Esse curso, vem ao encontro da urgência de ouvir o que eles, esses narradores, tem a nos contar, que leitura de mundo fazem, que contato estabelecem com seus ouvintes, de que maneira poderiam potencializar esse contato, tão disperso nos dias de hoje. Em parceria com Teve Web buscamos prepará-los da melhor maneira possível e registrar suas histórias em vídeo para que esse tesouro nunca seja perdido.

COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO

 

"Quem não se comunica se trumbica", como diria o velho guerreiro Chacrinha, trazemos esse curso levantando essa reflexão, afinal vivemos numa era de democratização digital, o comunicador não está mais apenas nas grandes emissoras de TV ou Rádio, o comunicador pode ser você, eu, qualquer um que tenha vontade de expor suas ideias e lançá-las na rede. Mas para que esse comunicador cresça e apareça, não basta gravar um vídeo com bom conteúdo, é necessário trabalhar toda a expressividade de seu corpo, saber alinhar seu gesto, a fala, articular bem as palavras sem perder naturalidade, saber manusear o microfone, perder o medo da câmera ou a sensação de ter sua intimidade invadida e administrar a atenção cedida entre câmera e público presente. Se você sente que tem muito a falar mas não sabe como ou se aventura em suas produções mas nunca analisou as questões acima, esse curso em parceria com a Teve Web é para você, tome posição que as gravações já vão começar... Luz OK, Câmera OK, Gravandoooo.

PALESTRAS

PORQUÊ, QUANDO E COMO CONTAR HISTÓRIAS

 

Palestra que trás um espaço de discussão sobre o ato de contar histórias, de sua importância e seu poder transformador.

Quando contamos histórias, exercitamos a leitura de mundo, interpretamos, deciframos produzimos sentido, ressignificamos o mundo para melhor entendê-lo e melhor interagir com ele. Na experiência além do tempo e espaço, o que justamente nos sugere a frase, “era uma vez”, mas também na contemporaneidade, abrindo janelas de conhecimentos compartilhados em meio a tanta informação e o desejo de mais comunicação.

Contudo, entendemos que, acima de qualquer teoria ou prática que venhamos a compartilhar, é essencial que o contador de histórias despudoradamente goste de gente, do contato, que aproxima, que ensina, que abre caminhos para novas possibilidades, é preciso também que seja um apaixonado por histórias, pelas palavras, e que se sinta a vontade para colocar seus ouvintes em contato com as histórias e com sua essência, sem ter medo de se expor, porque afinal, quando dá forma a história, empresta a ela, muito mais do que voz, corpo, olhar... Imprime o desejo de encantar o mundo.

Sendo ele, o contador de histórias, o protagonista de suas próprias histórias que conta, reforçando valores humanos que o acompanham pela vida afora, com a simplicidade de quem sabe que será um eterno aprendiz e com o encantamento de quem tem contato com a magia, como aquela em torno da fogueira.

 

SUTILEZAS DOS CONTOS FANTÁSTICOS

 

Desde tempos antigos a humanidade é intrigada pelos chamados contos maravilhosos, dentre os quais estão inseridos os contos de fadas europeus e contos das mil e uma noites orientais, todos os povos possuem em sua tradição oral uma vertente desses contos, não apenas por sua atmosfera fantástica ou por suas sagas motivadoras, essas histórias são como espelhos mágicos que ao serem contadas dialogam com nosso íntimo e nos levam a reflexão. Podemos dizer então que tais contos devem ser vistos e revistos ao longo de nossa trajetória e não perderá sentido por isso, pelo contrário, dialogará cada vez mais com nossa essência. Constroem uma narrativa envolta de magia levando o ouvinte a uma viagem profunda onde o consciente se diverte com seu sentido literal e a metáfora é impressa no intimo de seu inconsciente, é preciso, no entanto, que o contador desse gênero esteja disposto a agir em função do conto, já que o mesmo fala aos ouvintes de forma particular, o contador não deve deixar-se influenciar por seus filtros internos, buscando a fidelidade ao conto. Apresentamos então a aula-espetáculo Sutilezas dos Contos Fantásticos, voltada aos que buscam imergir nesse universo e analisar de forma sóbria os “porquês” e “comos” dos contos fantásticos.

RPG, DO JOGO À JORNADA

 

O Role Playing Game, mais conhecido como RPG, em português “jogo de interpretação de personagem”, é um jogo interativo onde os envolvidos lêem ou criam uma jornada cheia de aventuras, combates e escolhas. Jogo que pode ser um ótimo instrumento de incentivo a leitura entre crianças e adolescentes, já que diferentemente das leituras convencionais, a história desse tipo de livro depende de suas escolhas e sorte, tornando a leitura envolvente e colocando literalmente o leitor como protagonista de sua história, além é claro que estimular a imaginação de todos os envolvidos no jogo. Para tal prática é necessário conhecer profundamente as regras, criação de personagens, utilização dos vários tipos de dados e convenções de leitura.  A palestra vem apresentar as particularidades dessa prática para possíveis multiplicadores.